Taxidermia

Em tempos de politicamente correto, gostar de taxidermia é quase uma heresia. O processo, que em grego significa dar forma a pele, nada mais é do que é a arte de montar ou reproduzir animais para exibição ou estudo. Muito usada em museus, especialmente nos museus de história natural, é também ferramenta de conservação de espécimes extintos, reconstituindo suas características físicas e, às vezes, simulando seu habitat o mais fielmente possível, para que possam ser usados para educação ambiental ou material didático. Os registros mais antigos da prática da taxidermia remontam ao império egípcio por volta de 2.500 a. C. . Caçadores, que querem exibir suas conquistas, apreciadores, além de pessoas que querem eternizar seus bichos queridos de estimação, consomem a técnica. Bastante comum na Europa, a taxidermia, que esteve esquecida por um longo período e estava associado ao cafona, voltou com tudo na decoração. Para quem gosta. É seu caso? Se não for, existem alternativas disponíveis, com bichos de pelúcia, papel, tecido e até os Louis Vuitton.

Taxidermia.

A taxidermia é bastante comum em museus.

A arte de Peter Gronquist.

Como troféu ou lembrança, a taxidermia é largamente utilizada ainda hoje.

Da loja A Mulher do Padre, em São Paulo.

Obra de Walmor Corrêa.

Trabalho lindo de Billie Achilleos para Louis Vuitton.

O galo Louis Vuitton.

Usando peças da marca, Billie Achilleos desenvolveu 29 bichos. Todos lindos.

Trabalho de Courtney Timmermans.

Taxidermia fake.

Da Etsy.

Bicycle Taxidermy, de Regan Appleton.

billieachilleos.co.uk; bicycletaxidermy.com;

walmorcorrea.com.brpetergronquist.com

 

 

 

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