Loft em Dusseldorf

O arquiteto Bruno Erpicum do escritório Erpicum AABE & Partners foi convidado por um casal para projetar um loft em uma fábrica antiga, que sobreviveu incólume aos bombardeios da Segunda Guerra Mundial, no centro da cidade de Dusseldorf, na Alemanha. Erpicum manteve os elementos estruturais intactos, exigência das autoridades administrativas locais, que acompanharam de muito perto os trabalhos na obra. A luz  se tornou material, parte importante e integrante do projeto, resultando em efeito dramático, teatral. O casal, que adora arquitetura, se apaixonou pelas ruínas. Pátio, garagens, quartos e um grande living estão distribuídos nos 600 m2 de área da construção. Um grande painel de vidro envolve e protege o edifício das intempéries, e um projeto energético foi especialmente desenvolvido. O brilho do mobiliário projetado pelo arquiteto Bruno Erpicum reflete os elementos estruturais, e o desgaste do tempo é exibido abertamente.

O mobiliário moderno, sem adornos, enfatiza ainda mais a beleza da construção.

O branco foi a cor eleita para toda a casa, tanto no mobiliário como nas paredes.

Tecnologia e rusticidade se encontram para produzir uma morada que respeita e reverencia o passado. Grande mesa em madeira de demolição e cadeiras brancas iluminadas por luminária espelhada.

O mobiliário brilhante reflete a beleza da construção.

A cozinha, super atual, tem bancada em inox e armários brancos.

No quarto do casal, a cama é apoiada sobre blocos de pedra.

Banheiro do casal.

Bancada em concreto e luz especial na sauna.

O grande pano de vidro envolve a construção.

A madeira foi um dos poucos elementos/materiais usados na obra em Dusseldorf.

Um pequeno espelho d'agua e mobiliário feito a partir de troncos, praticamente sem acabamento.

A academia faz companhia aos carros dos proprietários, iluminados pela barra na parede frontal. Em primeiro plano, um Bentley.

Fotos: Jean-Luc Laloux; erpicum.org

reflexdeco.fr

One Response
  1. Que genial! Valeria adorei!
    Acho um ganho enorme conhecer e ter acesso a todas essas “reformas” proporcionadas por povos tão interessantes quanto o alemão.
    Estivemos, eu e meu marido, na parte oriental da Alemanha, em vilas que ainda escancaram os horrores da ditadura russa e as consequências da guerra e do isolacionismo a que foram expostos. Certamente esse exemplo de Dusseldorf já está lá também, ao vivo a cores para ser visto e sentido.
    Beijo
    Marina

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